O que adoro em ti,
Não é a tua beleza.
A beleza, é em nós que existe.
A beleza é um conceito.
Beleza é triste.
Não é triste em si,
Mas pelo que há nela de fragilidade e incerteza.
O que adoro em sua natureza,
Não é o profundo instinto maternal,
Em teu flanco aberto como uma ferida.
Nem tua pureza. Nem tua impureza.
O que adoro em ti -- Lastima-me e me-consola!
Adoro em ti é a Vida!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
O começo e o fim
O que vê mas não se sente,
O que sabes mas não diz,
O que faças. Sou aprendiz
Deste amor imperatriz.
Não me diga o que não sabes,
Não me deixes acreditar,
Neste amor. Impetuoso
Como sol e lua ao se encontrar.
Lhe direi memorias postumas,
Lhe direi que já sofri,
Um ardor. Inquietante
Que ainda agora não saiu de mim.
O que sabes mas não diz,
O que faças. Sou aprendiz
Deste amor imperatriz.
Não me diga o que não sabes,
Não me deixes acreditar,
Neste amor. Impetuoso
Como sol e lua ao se encontrar.
Lhe direi memorias postumas,
Lhe direi que já sofri,
Um ardor. Inquietante
Que ainda agora não saiu de mim.
EuU?!
Minha poesia não sei bem como é
sei somente que vive em folhas antes virgens
agora totalmente purificadas da cabeça ao rodapé.
Minha poesia mostra meu sentimento,
mas somente imagens
distorcidas e escondidas
e as vezes nunca cumpridas.
Minha vida e minha poesia
são diferentes uma é pura
outra esconde algo, Sophia,
ou será estupidez? Uma mistura
de tinta e sentimentos
de vida e lamentos
de desejos e dissernimentos
de sonhos e contentamentos.
Metamorfosiando, sei e não sei
complicando e me prendendo.
Vivendo assim viverei,
calculando e desaprendendo.
sei somente que vive em folhas antes virgens
agora totalmente purificadas da cabeça ao rodapé.
Minha poesia mostra meu sentimento,
mas somente imagens
distorcidas e escondidas
e as vezes nunca cumpridas.
Minha vida e minha poesia
são diferentes uma é pura
outra esconde algo, Sophia,
ou será estupidez? Uma mistura
de tinta e sentimentos
de vida e lamentos
de desejos e dissernimentos
de sonhos e contentamentos.
Metamorfosiando, sei e não sei
complicando e me prendendo.
Vivendo assim viverei,
calculando e desaprendendo.
Querer
Meu coração bate apertado.
Queria poder te ver
te tocar, sentir meus braço com o teu entrelaçado.
Queria poder fazer
o seu desejo vencer
e assim acabarmos em um gande e descompassodo
querer sem fim.
Meu coração bate apertado.
Queria poder te proteger
te ter em meu peito, acarissiando seu cabelo.
Queria poder ver
o teu sorriso resplandecer
e assim dar continuidade ao momento com um bejo apressado
Invejado pelo Querubim
Meu coração bate Feliz.
Mesmo com todo esse Querer.
Ele sabe que caminhos faceis são de decida
Te amo como a lua ama a noite.
Eae o que me diz?
Queria poder te ver
te tocar, sentir meus braço com o teu entrelaçado.
Queria poder fazer
o seu desejo vencer
e assim acabarmos em um gande e descompassodo
querer sem fim.
Meu coração bate apertado.
Queria poder te proteger
te ter em meu peito, acarissiando seu cabelo.
Queria poder ver
o teu sorriso resplandecer
e assim dar continuidade ao momento com um bejo apressado
Invejado pelo Querubim
Meu coração bate Feliz.
Mesmo com todo esse Querer.
Ele sabe que caminhos faceis são de decida
Te amo como a lua ama a noite.
Eae o que me diz?
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Tic-tac
Um tic-tac, é o tempo.
Mas tempo? Tempo de que?
Tempo pra que? Tempo de viver.
Tempo de esquecer e não esquecer.
Um tic-tac, é a solidão.
Mas solidão? Quem quer solidão?
Quem é solidão? Um pouco de você
um pouco de mim, e chegastes ao fim.
Mas tempo? Tempo de que?
Tempo pra que? Tempo de viver.
Tempo de esquecer e não esquecer.
Um tic-tac, é a solidão.
Mas solidão? Quem quer solidão?
Quem é solidão? Um pouco de você
um pouco de mim, e chegastes ao fim.
Desencontro
Ha quanto tempo não lanço brumas de devaneio?
Ha quanto tempo não limpo meu branco divã?
Ha quanto tempo não vou as estrelas ser vaqueiro?
Ha quanto temo não ajudo um irmão filho de Tupã?
Só encontro o silencio entre à multidão.
Só sinto a determinação pugenciada pela mão humana.
Algo bate em meu peito, não sei bem se é meu coração.
Algo bate em minha cara, não sei bem se é profana.
A luz enclausurada discipa a sombra.
A luz enclausurada se transforma em trevas.
As trevas mostram a parcial, mas verdadeira forma humana.
A verdadeira forma humana não mostra nada
nem mesmo Rimas.
Ha quanto tempo não limpo meu branco divã?
Ha quanto tempo não vou as estrelas ser vaqueiro?
Ha quanto temo não ajudo um irmão filho de Tupã?
Só encontro o silencio entre à multidão.
Só sinto a determinação pugenciada pela mão humana.
Algo bate em meu peito, não sei bem se é meu coração.
Algo bate em minha cara, não sei bem se é profana.
A luz enclausurada discipa a sombra.
A luz enclausurada se transforma em trevas.
As trevas mostram a parcial, mas verdadeira forma humana.
A verdadeira forma humana não mostra nada
nem mesmo Rimas.
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